🛍️ Por que a experiência do cliente pode valer mais que desconto?
Consumidores estão dispostos a pagar mais… desde que tenham uma jornada de compra agradável e personalizada
Se antes o preço era o principal fator de decisão, hoje a experiência ganhou protagonismo. Consumidores estão mais atentos ao atendimento, à personalização e à forma como as marcas se relacionam com eles.
Em um mercado cada vez mais competitivo, empresas que conseguem criar conexões reais saem na frente — enquanto experiências negativas podem afastar clientes rapidamente.
Nesta edição, você vai entender como a experiência influencia diretamente as decisões de compra, porque a personalização virou um verdadeiro diferencial e quais comportamentos podem ser explorados na Semana do Consumidor em 2026.
🛍️ Semana do Consumidor: estratégias para vender mais em 2026
O Dia do Consumidor (15 de março) já se consolidou como uma das principais datas comerciais do primeiro semestre no Brasil. Para muitos negócios, a data representa uma oportunidade real de atrair novos clientes, aumentar o faturamento e fortalecer o relacionamento com quem já compra da marca.
Mas para aproveitar todo o potencial dessa data, não basta apenas anunciar promoções. Resultados consistentes costumam vir de planejamento, estratégia e uma boa leitura do comportamento do consumidor.
A seguir, reunimos algumas práticas que podem ajudar sua empresa a se preparar melhor e vender mais neste mês de março.
Planejamento começa agora (e não na véspera)
Empresas que aproveitam melhor a Semana do Consumidor não improvisam. O sucesso costuma ser resultado de organização e decisões tomadas com antecedência.
Antes de qualquer campanha, vale definir metas claras: quanto a empresa pretende faturar, qual ticket médio deseja alcançar e quantos novos clientes quer conquistar.
A partir disso, fica mais fácil escolher produtos âncora, planejar estoque, organizar a logística e estruturar um calendário de comunicação.
Uma dica estratégica é ampliar o período de promoções. Em vez de focar apenas no dia 15 de março, transforme a ação em uma Semana do Consumidor ou até mesmo no Mês do Consumidor, criando mais oportunidades de venda e mantendo o público engajado por mais tempo.
Promoção inteligente não é apenas cortar preços
Muitos consumidores já não se impressionam apenas com descontos. Em 2026, fatores como transparência, benefícios reais e confiança na marca terão ainda mais peso na decisão de compra.
Por isso, vale pensar em estratégias que aumentem o valor percebido da oferta. Combos de produtos, vantagens para clientes fidelizados, condições especiais de pagamento ou brindes para compras acima de determinado valor podem gerar muito mais resultado do que simplesmente reduzir o preço.
Quando o cliente sente que está ganhando algo relevante, a decisão de compra acontece com mais facilidade.
Conheça o consumidor e respeite seus direitos
A data também é um momento importante para reforçar a confiança nas relações comerciais. Empresas que conhecem e respeitam o Código de Defesa do Consumidor transmitem mais segurança e profissionalismo.
Informações claras sobre preços, prazos de entrega, políticas de troca e condições de pagamento evitam conflitos e fortalecem a reputação da marca. No longo prazo, essa transparência ajuda a construir clientes mais fiéis.
Vender bem também significa vender com responsabilidade.
Comunicação estratégica: presença onde o cliente está
A jornada de compra continua cada vez mais híbrida. O consumidor pesquisa online, compara preços, conversa com a marca e decide onde comprar com base em vários pontos de contato.
Por isso, vale trabalhar a comunicação de forma integrada. Redes sociais com contagem regressiva, ofertas exclusivas pelo WhatsApp, e-mails segmentados e um perfil atualizado no Google ajudam a aumentar a visibilidade da campanha.
Criar listas VIP ou avisar clientes fiéis com antecedência também pode gerar ótimos resultados. Antecipação cria expectativa, e expectativa aumenta as vendas.
Use dados a seu favor
Antes de planejar a campanha deste ano, vale olhar para trás e analisar os resultados anteriores.
Quais produtos tiveram maior saída?
Em quais canais aconteceram mais vendas?
Qual horário teve maior movimento?
Que tipo de cliente respondeu melhor às ofertas?
Essas respostas ajudam a reduzir erros e direcionar melhor os esforços. Quanto mais dados a empresa utiliza nas decisões, maiores são as chances de uma campanha bem-sucedida.
Isso porque, segundo dados da Consumer Trends da Opinion Box, o comportamento do consumidor está cada vez mais ligado à experiência de compra:
Transforme venda em relacionamento
A Semana do Consumidor não precisa ser apenas uma oportunidade de venda pontual. Ela também pode ser o início de um relacionamento mais duradouro com o cliente.
Após a campanha, vale investir em ações simples de pós-venda: pedir feedback, oferecer um cupom para a próxima compra ou convidar o cliente a acompanhar a marca nas redes sociais.
Empresas que mantêm o contato ativo conseguem transformar compradores ocasionais em clientes recorrentes.
Tendência para 2026: experiência e propósito
O consumidor atual valoriza muito mais do que preço. Atendimento humanizado, posicionamento claro da marca, apoio ao comércio local e respeito às boas práticas comerciais são fatores cada vez mais relevantes.
A Semana Ou o Mês do Consumidor pode ser uma ótima oportunidade para mostrar que sua empresa não vende apenas produtos, mas também confiança e credibilidade.
Sucesso em vendas não é sorte, é estratégia
A data pode representar uma excelente oportunidade de crescimento para muitas empresas. Mas os melhores resultados costumam aparecer para quem se prepara com antecedência.
Planejamento, comunicação eficiente e respeito ao consumidor são pilares fundamentais para transformar uma data promocional em um verdadeiro impulsionador de vendas.
Agora vale a pergunta: o planejamento da sua campanha já começou?
💰 Como precificar seu produto da maneira correta? Entenda os números antes de definir qualquer preço
Definir o preço de um produto vai muito além de somar custos e adicionar um lucro. Uma precificação correta precisa considerar custos, despesas, margem desejada, concorrência e o valor percebido pelo cliente.
O primeiro passo é entender a estrutura financeira do negócio. Isso inclui custos fixos (como aluguel, salários administrativos e contas básicas), custos variáveis (matéria-prima, comissão, embalagem, frete e impostos sobre vendas) e despesas administrativas ou comerciais.
Além disso, é essencial acompanhar dois indicadores importantes:
Margem de lucro
Representa o percentual que sobra da receita após pagar custos e despesas.
Ponto de equilíbrio
Mostra o volume mínimo de vendas necessário para cobrir todos os gastos, sem lucro nem prejuízo.
Sem esses cálculos, uma empresa pode vender muito e ainda assim não ganhar dinheiro.
Método mais comum: precificação baseada em custos (markup)
Um dos modelos mais utilizados pelas pequenas empresas é o markup, que consiste em adicionar uma margem sobre o custo total do produto.
Fórmula do Markup
Preço de Venda = Custo Total × (1 + Markup)
Ou
Markup = (Preço de Venda − Custo Total) ÷ Custo Total
Esse método é simples de aplicar e garante que os custos sejam cobertos. Porém, ele não considera fatores como concorrência ou valor percebido pelo cliente, por isso o preço calculado sempre deve ser validado com o mercado.
Precificação por margem de contribuição
Uma abordagem mais estratégica é calcular quanto cada venda contribui para pagar os custos fixos e gerar lucro.
Fórmula da Margem de Contribuição
Margem de Contribuição = Preço de Venda − (Custos Variáveis + Despesas Variáveis)
Também é possível calcular o preço de venda a partir da margem desejada:
Preço de Venda = (Custos Variáveis + Despesas Variáveis) ÷ (1 − % Margem de Contribuição)
Esse método ajuda a entender quais produtos realmente geram resultado e facilita decisões sobre promoções, descontos e metas de vendas.
Outras estratégias de precificação
Além dos cálculos financeiros, existem estratégias que consideram o comportamento do mercado.
Precificação baseada na concorrência
O preço é definido de acordo com o que os concorrentes praticam. A empresa pode vender com preço semelhante, mais baixo para ganhar mercado ou mais alto para reforçar um posicionamento premium.
Precificação baseada no valor percebido
Nesse caso, o preço é definido pelo valor que o cliente enxerga no produto ou serviço. Soluções que geram economia de tempo, exclusividade ou ganhos financeiros podem ser vendidas por valores mais altos, mesmo que o custo seja menor.
Fatores que também influenciam o preço
A formação do preço não depende apenas de fórmulas. Algumas variáveis estratégicas fazem diferença:
Posicionamento da marca
Preço comunica qualidade, exclusividade ou economia.
Ciclo de vida do produto
Produtos recém-lançados podem ter estratégias diferentes de itens já consolidados no mercado.
Elasticidade da demanda
Alguns produtos são mais sensíveis a variações de preço do que outros.
Tributação
Impostos como ICMS, ISS, PIS e COFINS impactam diretamente na formação do preço e devem sempre ser considerados.
Erros comuns que prejudicam a precificação
Alguns equívocos aparecem com frequência entre empreendedores:
Ignorar custos fixos na formação do preço;
Copiar preços da concorrência sem analisar seus próprios números;
Não revisar preços periodicamente;
Reduzir preço sem considerar o valor do produto;
Ignorar a percepção do cliente.
Evitar esses erros ajuda a proteger a margem de lucro e manter o negócio competitivo.
Precificação é estratégia, não apenas cálculo
Definir o preço correto é uma decisão que impacta diretamente a lucratividade e o posicionamento da empresa no mercado.
Negócios bem estruturados combinam dados financeiros, análise de mercado e percepção de valor para definir seus preços. Além disso, revisam periodicamente sua estratégia, ajustando valores conforme custos, concorrência e comportamento do consumidor.
No fim das contas, precificar bem significa transformar vendas em lucro sustentável e crescimento do negócio.
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📰Fique por dentro
O ambiente econômico muda rápido e acompanhar os principais movimentos do mercado pode fazer diferença nas decisões do dia a dia do negócio. Indicadores do comércio exterior, empreendedorismo e desempenho da economia ajudam a entender para onde o cenário está caminhando.
Nesta edição, reunimos alguns dados recentes que mostram como o mercado está se movimentando no Brasil e no mundo. Já pegue seu cafezinho e bora para as notícias!
🌎 Brasil termina 2025 como a 11ª maior economia do mundo
O Brasil encerrou 2025 como a 11ª maior economia do mundo, segundo ranking da Austin Rating com base em dados do FMI. O país foi ultrapassado pela Rússia, mesmo após registrar crescimento de 2,3% no PIB, que atingiu cerca de US$ 2,268 trilhões no ano.
De acordo com economistas, a mudança no ranking não ocorreu necessariamente por piora da economia brasileira, mas principalmente pela forte valorização do rublo, moeda da Rússia, que elevou o valor do PIB do país quando convertido em dólares.
Apesar disso, especialistas avaliam que o Brasil ainda enfrenta desafios estruturais para subir posições no ranking global, como baixo nível de investimento, produtividade limitada e volatilidade cambial, fatores que dificultam um crescimento econômico mais consistente no longo prazo.
🔗 Confira a notícia completa aqui.
👩💼Dia das Mulheres: Brasil tem 2,6 milhões de empreendedoras jovens e emergentes
O Brasil conta hoje com cerca de 2,6 milhões de empreendedoras jovens e emergentes, segundo levantamento da Serasa Experian divulgado próximo ao Dia Internacional da Mulher. O estudo mostra que cada vez mais mulheres estão iniciando negócios e ocupando espaço no empreendedorismo nacional.
Essas empreendedoras atuam principalmente em setores de serviços, comércio e atividades digitais, muitas vezes impulsionadas pela busca por independência financeira e flexibilidade profissional. O levantamento também destaca o crescimento da participação feminina entre micro e pequenos negócios.
Apesar do avanço, o estudo aponta desafios importantes, como acesso a crédito, gestão financeira e apoio ao crescimento das empresas. Mesmo assim, o aumento do número de empreendedoras mostra uma transformação relevante no perfil do empreendedorismo brasileiro.
🔗 Confira o panorama completo aqui.
📉 Exportações brasileiras caem para os EUA e crescem para a China
As exportações do Brasil para os Estados Unidos caíram 20,3%, marcando o sétimo mês consecutivo de queda, segundo dados recentes do comércio exterior. A retração reflete mudanças na demanda internacional e no fluxo de comércio entre os países.
Em contrapartida, as vendas brasileiras para a China cresceram 38,7%, impulsionadas principalmente pelo aumento das exportações de commodities, como minério de ferro e produtos agrícolas.
O movimento reforça uma tendência recente no comércio exterior brasileiro: maior dependência do mercado chinês como principal destino das exportações, enquanto o ritmo de compras dos EUA segue mais moderado.
🔗 Confira a notícia completa aqui.
🔔 Nos vemos na próxima edição, mas antes só um lembrete….
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