Escolhas que custam caro (ou fazem crescer)
Contratações mais inteligentes, importações mais seguras e informações na medida certa para quem empreende.
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Hoje o papo é com quem está pensando em crescer de verdade — seja formando um time mais forte ou buscando novas oportunidades no mercado internacional. Afinal, contratar bem pode ser o empurrão que faltava para destravar o seu negócio.
E importar produtos? Pode ser uma boa jogada... desde que você saiba calcular tudo direitinho.
De quebra, ainda te deixamos por dentro das notícias que mais impactam o dia a dia de quem empreende no Brasil. Porque informação, aqui, vem sempre com utilidade. 😉
🚀 Contratar melhor é o novo diferencial competitivo
Empreender é, cada vez mais, entender de gente.
Durante muito tempo, ter carteira assinada era o maior símbolo de estabilidade profissional no Brasil. Mas esse cenário está mudando — e você, empreendedor, precisa acompanhar esse movimento se quiser montar e manter um time forte dentro da sua empresa.
Hoje, a Geração Z chega ao mercado com outras expectativas: mais do que um bom salário ou um cargo fixo, buscam propósito, equilíbrio e autonomia.
E embora isso possa soar “romântico” demais à primeira vista, o fato é que as empresas que não entenderem essa mudança vão continuar enfrentando alta rotatividade, dificuldade de engajamento e perda de talentos.
Entre a CLT e o CNPJ: o que mudou?
O velho modelo da carteira assinada ainda representa segurança para muitos — especialmente mulheres, pessoas mais velhas e de menor escolaridade. Mas os jovens, principalmente das grandes cidades, já não veem tanto sentido em estabilidade sem crescimento real.
Entre metas inalcançáveis, jornadas excessivas e pouca escuta, o modelo tradicional de trabalho virou piada na internet e meme entre os colaboradores.
O desafio agora é duplo:
Como atrair bons profissionais?
E como fazer com que eles queiram ficar na sua empresa?
O que o empreendedor precisa entender para contratar melhor?
Nem todo mundo rejeita a CLT — o que muitos rejeitam é a má gestão.
O problema não é o regime de contratação, mas a falta de perspectiva. Um jovem pode entrar como CLT, mas se ele não enxergar um plano de crescimento, desenvolvimento ou um ambiente saudável, ele não vai ficar. Simples assim.
Não adianta só oferecer salário, se a cultura interna for tóxica.
Segundo pesquisas, 71% da Geração Z apontam a remuneração desalinhada com as exigências do cargo como principal fonte de estresse. Mas logo em seguida vem ambientes ruins, com cobranças sem apoio e metas sem contexto.
Empresas querem reter jovens por 3 anos, mas apenas 35% têm programas de desenvolvimento.
Se você quer mais tempo de casa, precisa oferecer mais do que a média. Programas de capacitação, feedbacks estruturados e possibilidade de crescimento são diferenciais — ainda mais para quem está começando a carreira.
As pessoas não estão fugindo do trabalho — elas estão fugindo do esgotamento.
O brasileiro continua entre os que mais trabalham no G20. O que muda é que agora ele quer viver também. Isso exige do empreendedor mais empatia, processos mais eficientes e ambientes mais humanos.
Fortalecer seu time começa no processo de contratação
Quer atrair bons profissionais, inclusive os mais jovens? Então você precisa ser mais estratégico na contratação e mais claro na comunicação da sua cultura.
Empresas que praticam o chamado Employer Branding — ou marca empregadora — já entenderam que contratar bem não é sobre “oferecer um salário ok”.
É sobre comunicar quem você é como empresa e o que o colaborador pode esperar se decidir crescer com você.
Em resumo:
Seja claro sobre o que você espera e o que oferece.
Crie um ambiente que permita crescimento.
Escute sua equipe antes de achar que o problema está nas novas gerações.
E lembre-se: contratar não é só preencher uma vaga — é investir no futuro da sua empresa.
🚀 Aprenda com a Treeunfe: Importar pode ser uma boa ideia — mas só se você calcular tudo corretamente
Importar produtos é uma estratégia comum para negócios que buscam mais competitividade, variedade de fornecedores e inovação. Mas no Brasil, essa decisão envolve uma complexidade que vai muito além da negociação com o fornecedor.
É aí que entra o Landed Cost, ou Custo de Chegada — o valor total que um produto importado representa para a sua empresa até estar disponível no estoque.
Ignorar esse cálculo é um dos erros mais comuns de quem começa a importar. Pode até parecer que está comprando barato, mas na hora de vender, descobre que a margem evaporou — ou pior, que houve prejuízo.
📦 O que é o Landed Cost e por que ele precisa estar no radar de quem cresce com inteligência?
Se importar produtos já passou pela sua cabeça, ou se você já lida com fornecedores de fora do Brasil, tem um detalhe que faz toda a diferença: entender exatamente quanto esse produto vai te custar no final das contas.
Pagar barato na origem não é garantia de economia real — e muitos empreendedores só percebem isso quando já estão no prejuízo. Por isso, conhecer o Landed Cost (ou Custo de Chegada) é indispensável.
O que é Landed Cost?
É o valor total de um produto desde a compra no exterior até sua chegada ao estoque, pronto para ser vendido ou usado. O Landed Cost considera não só o preço da mercadoria, mas também fretes, seguros, impostos, taxas e custos logísticos internos.
Tudo o que entra nesse cálculo
Confira os principais elementos que compõem o Landed Cost:
Valor aduaneiro (VA): soma do valor da mercadoria + frete internacional + seguro;
Impostos federais: Imposto de Importação (II), IPI, PIS e COFINS;
ICMS estadual: calculado “por dentro”, ou seja, com base no valor total da operação;
Taxas e encargos: como AFRMM (frete marítimo), armazenagem, Siscomex e tarifas portuárias;
Custos internos e operacionais: transporte nacional, despachante aduaneiro, variações cambiais e até o spread do banco.
Na prática, tudo isso somado pode dobrar ou até triplicar o custo real do produto importado. Se você não inclui isso no seu planejamento, corre o risco de vender com prejuízo — ou sequer conseguir vender.
🚨 Os erros mais comuns de quem ignora o custo de chegada
Escolher o NCM errado e pagar imposto a mais (ou correr risco de autuação)
Esquecer de incluir os encargos financeiros na conta
Planejar o preço de venda com base só no valor do fornecedor
Deixar para descobrir os custos reais depois que a mercadoria já chegou
Importação exige planejamento tributário e visão estratégica. E o primeiro passo para isso é saber dizer “não” para as compras por impulso e “sim” para a gestão com números na mesa.
Importar é estratégico, mas só se for bem calculado
Antes de bater o martelo com um fornecedor internacional, simule todos os cenários, considere os impostos e conte com especialistas: despachante aduaneiro, contador e consultorias podem evitar muita dor de cabeça (e dinheiro jogado fora).
Empreender exige coragem, mas exige também inteligência fiscal.
Aqui na Treeunfe, a gente acredita que descomplicar o fiscal é abrir caminho para o crescimento. Continue com a gente para entender mais sobre tributação, notas fiscais, planejamento e decisões que fazem seu negócio ir mais longe.
Precisa entender melhor sobre os custos de importar? Acesse nosso blog e confira o conteúdo completo.
🗞️ Fique por dentro
O mundo dos negócios não para e a gente te ajuda a acompanhar o que realmente importa. Confira os principais destaques que impactam o dia a dia de quem empreende no Brasil: do uso do Pix pela Receita Federal até o papel da inteligência artificial na rotina financeira de pequenas empresas. Informação rápida, útil e que faz diferença nas suas decisões.
🗓️ Principais eventos de negócios de 2026: o calendário que todo varejista precisa acompanhar
Se 2026 promete ser um ano intenso para o varejo, a melhor forma de não ficar para trás é ter no radar os principais eventos de negócios do ano. A matéria traz um calendário com encontros e feiras estratégicas que reúnem tendências, inovação, networking e oportunidades reais para quem quer vender mais, atualizar o time e se preparar para as próximas movimentações do mercado.
Além de ajudar no planejamento (inclusive de campanhas e compras), o conteúdo reforça um ponto simples, mas poderoso: quem se antecipa participa melhor. E isso vale tanto para grandes varejistas quanto para quem tem loja física, e-commerce ou operação mais enxuta, mas quer crescer com consistência.
🔗 Leia a notícia completa aqui.
📊 Mistura de contas: 61% dos empreendedores ainda usam conta pessoal para pagar despesas da empresa
Uma pesquisa da Nuvemshop revelou que 61% dos empreendedores brasileiros fazem pagamentos da empresa usando a conta bancária pessoal. O dado acende um alerta importante: essa prática pode dificultar o controle financeiro, confundir receitas e despesas, e até causar problemas na hora de declarar impostos.
A pesquisa também apontou que apenas 25% dos entrevistados têm conta jurídica e fazem toda a movimentação empresarial por ela. Esse cenário mostra que ainda há muito espaço para educação financeira e formalização entre os pequenos negócios.
🔗 Veja o panorama completo aqui.
🤖 IA já atua como “funcionário extra” em pequenos negócios no Brasil
Cada vez mais empreendedores estão recorrendo à inteligência artificial para automatizar tarefas financeiras do dia a dia — como controle de caixa, emissão de notas e organização de contas. A tendência tem ganhado força principalmente entre pequenos negócios, que enxergam na IA uma forma de ganhar tempo, reduzir erros e focar no crescimento.
Além de otimizar a gestão financeira, a adoção dessas tecnologias também ajuda empreendedores com menos conhecimento contábil a manterem suas obrigações em dia. A previsão é que o uso da IA se intensifique ainda mais com as mudanças da reforma tributária.
🔗 Confira a notícia completa aqui.
🔔 Nos vemos na próxima edição, mas antes só um lembrete….
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