🎁 Dia das Mães 2026: o que o consumidor quer comprar este ano?
Estratégias para aproveitar uma das maiores datas do varejo e aumentar o faturamento
Maio chegou trazendo duas grandes oportunidades para quem empreende: aumentar as vendas com o Dia das Mães e revisar a saúde financeira da empresa com mais estratégia.
Enquanto uma das datas mais importantes do varejo movimenta o consumo e abre espaço para novas campanhas, o planejamento tributário pode ajudar a reduzir custos e melhorar o caixa do negócio.
Nesta edição da Treeunfe Express, reunimos conteúdos práticos para te ajudar a aproveitar melhor esse momento: você vai entender como o comportamento do consumidor impacta as vendas no Dia das Mães, quais oportunidades existem dentro do Simples Nacional para pagar menos impostos e ainda acompanhar notícias importantes que movimentam a economia do nosso país.
Porque empreender melhor não é só vender mais, é saber onde ganhar e onde economizar. 🚀
💐 Dia das Mães 2026: emoção, estratégia e uma grande oportunidade para vender mais
O Dia das Mães continua sendo uma das datas mais importantes do calendário comercial brasileiro, ficando atrás apenas do Natal no varejo.
Mais do que uma simples data comemorativa, ele representa um momento em que emoção, afeto e decisão de compra caminham juntos — e isso abre uma grande oportunidade para marcas e empreendedores.
Mesmo com um cenário econômico mais cauteloso, o consumidor continua disposto a celebrar.
Em 2025, as vendas movimentaram cerca de R$ 14,37 bilhões e, para 2026, a expectativa é de estabilidade com leve crescimento, sustentada por consumidores mais atentos ao orçamento, mas que não abrem mão da data.
Para quem empreende, isso significa uma oportunidade clara: vender mais não depende apenas de oferecer descontos, mas de entender o comportamento de compra e criar conexões reais com quem está comprando.
🛍️ A data continua forte no varejo
Os números mostram que o Dia das Mães continua sendo uma das datas mais relevantes para o comércio brasileiro.
Mesmo em um cenário de inflação, juros altos e maior cautela no consumo, a força emocional da data mantém o movimento no varejo e sustenta o interesse dos consumidores em celebrar:
83% pretendem comemorar o Dia das Mães em 2026;
75% pretendem comprar presentes;
O Dia das Mães segue como a 2ª data mais importante do varejo brasileiro;
O e-commerce cresceu 26% em 2025, enquanto o comércio físico subiu 3,3%.
Isso mostra que, mesmo com mais cautela financeira, o consumidor não abre mão da celebração — ele apenas compra com mais critério.
💸 O consumidor quer emocionar, mas sem perder o controle
A maior parte dos consumidores pretende gastar entre R$ 51 e R$ 200 com presentes, buscando equilíbrio entre demonstração de carinho e controle do orçamento. Entre os principais indicadores, vemos que:
43% costumam gastar mais do que podem para agradar;
30% deixam de pagar alguma conta para conseguir comprar o presente.
Isso mostra que o valor simbólico da data muitas vezes fala mais alto que o planejamento financeiro.
🎁 O que mais vende no Dia das Mães?
Quando o assunto é presente, o consumidor tende a buscar praticidade, facilidade de escolha e produtos que tenham forte apelo emocional. Itens que unem utilidade e afeto continuam liderando as preferências, principalmente quando conseguem transmitir a sensação de cuidado e atenção.
Entre os presentes mais procurados, continuam em destaque:
Cosméticos e kits de beleza;
Roupas e acessórios;
Chocolates e kits presenteáveis;
Eletrodomésticos e itens de praticidade no dia a dia.
Além disso, cresce o interesse por presentes ligados à experiência e bem-estar, como viagens, autocuidado e tratamentos estéticos.
Aqui existe um ponto importante: muitas vezes o que os filhos compram não é exatamente o que as mães gostariam de ganhar — e esse “gap” pode ser uma oportunidade estratégica para as marcas.
📱 O físico e o digital caminham juntos
O comportamento multicanal já não é mais tendência, é realidade. O consumidor pesquisa online, compara preços no celular e finaliza a compra tanto no físico quanto no digital, dependendo da conveniência, urgência e confiança naquele momento.
As lojas físicas ainda lideram, principalmente pela facilidade de troca, pela experiência de compra imediata e pela segurança de escolher pessoalmente. Mas o digital cresce como um canal complementar importante, especialmente para compras planejadas e busca por melhores preços.
55% preferem comprar em lojas físicas;
Marketplaces e sites internacionais ganham força;
Pix e cartão parcelado lideram como meios de pagamento.
Esse cenário reforça a importância de estar presente em diferentes canais e oferecer uma jornada de compra simples, integrada e conveniente. Para o empreendedor, isso significa que não basta estar apenas no ponto físico ou apenas no online.
O consumidor espera fluidez entre os dois mundos, e quem entende isso vende mais.
❤️ A campanha vende, mas a conexão vende mais
Sete em cada dez consumidores afirmam que a publicidade influencia na escolha do presente. Mais do que promoções, campanhas emocionais e representativas fazem diferença.
Os consumidores querem ver campanhas mais reais, com diferentes formas de maternidade e apoio prático às mães, não apenas discursos bonitos. Alguns dados reforçam isso:
76% das mães gostariam de ver marcas apoiando diferentes realidades de cuidado;
64% prestam muita atenção às campanhas de Dia das Mães;
56% acreditam que campanhas deveriam representar melhor a diversidade feminina.
Ou seja: a autenticidade gera mais conexão do que campanhas genéricas.
🚀 Oportunidade para quem empreende
No fim, o Dia das Mães não é apenas uma data para vender mais — é uma chance de fortalecer o relacionamento com o cliente e construir lembrança de marca.
Empreendedores que conseguem unir estratégia comercial com conexão emocional saem na frente. Isso passa por entender o comportamento do consumidor, oferecer produtos alinhados com a realidade da data e criar campanhas que realmente façam sentido.
Mais do que vender um presente, o objetivo é participar de um momento importante da vida das pessoas. E isso sempre gera mais valor.
💰 Como pagar menos imposto no Simples Nacional? Veja práticas legais
Muitos empresários acreditam que, por estarem no Simples Nacional, não existe espaço para planejamento tributário. Mas isso não é verdade.
Mesmo dentro desse regime, existem estratégias legais que ajudam a reduzir a carga tributária, evitar pagamentos indevidos e melhorar a saúde financeira da empresa.
Em 2026, com a reforma tributária e o aumento da fiscalização, olhar para isso se tornou ainda mais importante. Um bom planejamento pode representar economia real no caixa e mais segurança para crescer.
Fator R: uma das principais oportunidades para prestadores de serviço
Para empresas prestadoras de serviço, o Fator R pode fazer uma grande diferença no valor pago em impostos. Ele define se a empresa será tributada pelo Anexo III ou pelo Anexo V do Simples Nacional, e essa mudança pode representar uma diferença significativa na alíquota.
A regra é simples: se a folha de pagamento representar 28% ou mais da receita bruta, a empresa pode entrar no Anexo III, que possui alíquotas menores.
Caso contrário, fica no Anexo V, com tributação mais alta. Por isso, ajustes no pró-labore, contratação de funcionários e planejamento da remuneração dos sócios podem ajudar a reduzir legalmente os impostos pagos.
Tabela: Anexo III vs. Anexo V (Serviços no Simples Nacional)
Confira a diferença entre as alíquotas nominais do Anexo III e do Anexo V para empresas prestadoras de serviços:
Produtos monofásicos e a chance de evitar pagamento em duplicidade
Outra oportunidade muito comum está na venda de produtos com tributação monofásica de PIS e COFINS, como medicamentos, cosméticos, bebidas e autopeças.
Nesses casos, o imposto já foi recolhido pela indústria ou importador. Se a empresa não faz a segregação correta dessas receitas no PGDAS-D, pode acabar pagando novamente esses tributos no DAS, gerando bitributação.
Além de evitar esse erro, também é possível recuperar valores pagos a mais nos últimos cinco anos, o que pode gerar uma boa entrada de caixa.
A escolha correta da CNAE também reduz impostos
A CNAE define a atividade econômica da empresa e influencia diretamente no enquadramento tributário. Uma escolha errada pode fazer a empresa pagar mais imposto do que deveria.
Por isso, antes de abrir a empresa ou alterar atividades, é importante analisar com cuidado qual o melhor enquadramento. Em alguns casos, pequenas mudanças ou a inclusão de atividades secundárias já podem gerar uma tributação mais vantajosa.
Esse cuidado evita erros e ajuda a aproveitar melhor as oportunidades dentro da legislação.
Simples Nacional nem sempre é a melhor opção
Apesar de ser o regime mais conhecido entre as pequenas empresas, o Simples Nacional nem sempre é a opção mais econômica. Dependendo da margem de lucro, da folha de pagamento e do faturamento, regimes como Lucro Presumido ou Lucro Real podem ser mais vantajosos.
Por isso, o ideal é fazer uma análise tributária anual, comparando os regimes antes da escolha de janeiro, já que essa decisão vale para todo o ano.
Essa revisão evita que a empresa permaneça em um regime menos eficiente apenas por hábito.
Planejamento tributário é vantagem competitiva
Pagar menos imposto de forma legal não é apenas economia, é estratégia. Empresas que acompanham sua tributação com atenção conseguem reduzir custos, evitar erros e tomar decisões mais inteligentes.
Com o apoio de uma contabilidade consultiva e uma gestão mais organizada, o empresário deixa de apenas cumprir obrigações e passa a usar a tributação como ferramenta de crescimento.
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📰 Fique por dentro
O mercado muda rápido, e acompanhar essas transformações ajuda o empreendedor a tomar decisões mais inteligentes no dia a dia. Nesta edição, reunimos notícias que mostram desafios importantes dentro das empresas, como a formação de lideranças e a dificuldade crescente de encontrar talentos qualificados em tecnologia.
Além disso, também trazemos um olhar para novas oportunidades de mercado, como o avanço da economia prateada no Brasil, que já movimenta milhões de empreendedores. Pegue seu café e confira as tendências e os sinais importantes para quem quer crescer com mais visão de negócio. ☕
👨🏻💼 Empresas ainda promovem profissionais errados para cargos de liderança
Um estudo global mostrou que muitas empresas continuam promovendo profissionais para cargos de liderança com base apenas no bom desempenho técnico, sem avaliar se essas pessoas realmente possuem perfil para liderar equipes.
Ser excelente na execução não significa, necessariamente, saber desenvolver pessoas, tomar decisões estratégicas ou lidar com conflitos. Esse erro pode gerar baixa produtividade, desmotivação dos times e aumento do turnover.
O alerta é importante para empresários e gestores: formar líderes exige mais do que reconhecer resultados individuais. É preciso olhar para habilidades como comunicação, inteligência emocional e capacidade de gestão, porque liderar vai muito além de entregar bem o próprio trabalho.
🔗 Confira mais sobre o panorama aqui.
👩🏻💻 Escassez de talentos em tecnologia já afeta quase todas as empresas no Brasil
A falta de profissionais qualificados em tecnologia já atinge 98% das empresas brasileiras, segundo uma pesquisa Datafolha. O cenário mostra que encontrar e reter talentos em áreas como desenvolvimento, dados, segurança da informação e inteligência artificial se tornou um dos maiores desafios para o crescimento dos negócios.
Mesmo com o avanço da transformação digital, muitas empresas ainda enfrentam dificuldade para preencher vagas estratégicas, o que impacta produtividade, inovação e competitividade. O problema não está apenas na contratação, mas também na necessidade de capacitação constante diante da velocidade das mudanças tecnológicas.
Para empresários, o alerta é claro: investir em formação, retenção e desenvolvimento de pessoas deixou de ser diferencial e passou a ser uma necessidade estratégica para sustentar o crescimento da empresa.
🔗 Leia o estudo na íntegra aqui.
👴🏻 Brasil já tem 45 milhões de empreendedores da economia prateada
O Brasil já soma cerca de 45 milhões de empreendedores ligados à chamada economia prateada, formada por pessoas com mais de 50 anos que seguem ativas no mercado, seja abrindo negócios, empreendendo por necessidade ou criando novas fontes de renda.
Esse movimento mostra como o envelhecimento da população também está transformando o perfil do empreendedor brasileiro. Experiência profissional, rede de contatos e busca por mais autonomia financeira impulsionam esse crescimento.
Para o mercado, isso representa uma grande oportunidade: entender esse público e suas necessidades pode abrir espaço para novos produtos, serviços e estratégias de venda mais alinhadas com essa realidade.
🔗 Confira mais sobre os números aqui.
🔔 Nos vemos na próxima edição, mas antes só um lembrete….
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