Aquecendo os motores de 2026… Comece o ano a todo vapor
Colaboradores engajados e motivados movem o ponteiro das vendas do seu negócio.
Feliz ano novo, Treeunfers! 🎉 O ano começou, e os motores das empresas já estão sendo aquecidos para mais uma jornada de metas, desafios e superações.
Depois das confraternizações, festas e merecido descanso, chegou a hora de olhar para o que realmente vai fazer a diferença em 2026: uma equipe que veste a camisa com orgulho.
Estamos falando de engajamento — aquele sentimento de pertencimento que faz os colaboradores se sentirem valorizados, motivados e prontos para buscar resultados junto com você.
E para começar o ano com esse foco, nada melhor do que aprender com quem já está colocando isso em prática. Nesta edição, reunimos dados e vivências de gestores que priorizaram o cuidado com suas equipes e estão colhendo os frutos. Pegue seu café e aproveite os insights que preparamos para você! ☕
Engajamento geracional: um ponto importante para equilibrar experiência e energia jovem dentro das equipes
As diferenças entre gerações nunca estiveram tão visíveis dentro das empresas — e esse abismo de visões, expectativas e prioridades influencia diretamente no engajamento dos times.
O estudo Engaja S/A, realizado pela Flash com a FGV EAESP, mostra como cada geração encara o trabalho em tempos de tecnologia acelerada, novas relações com o tempo e uma busca crescente por propósito.
Para Mórris Litvak, CEO da Maturi, referência em longevidade e inclusão geracional, entender essas diferenças é essencial para criar estratégias de gestão que realmente funcionem.
Enquanto boomers (65+) e parte da geração X (45 a 64 anos) cresceram com estabilidade e valorizam permanência e legado, millennials (29 a 44 anos) e a geração Z (18 a 28 anos) enfrentam um cenário de instabilidade econômica, múltiplas crises e mudanças constantes.
Isso molda relações bem diferentes com o trabalho: os mais jovens desejam flexibilidade, reconhecimento rápido e equilíbrio, enquanto os mais experientes buscam segurança, valorização da experiência e clareza sobre o futuro.
Essas diferenças se refletem nas formas de engajar cada grupo:
Não existe fórmula mágica: o segredo está em personalizar os benefícios, adotar uma comunicação que inclua todas as faixas etárias e criar ambientes que estimulem a troca entre gerações.
Mórris alerta ainda para um ponto importante: a saúde mental. A geração Z apresenta os maiores índices de ansiedade e fadiga, enquanto os boomers raramente reportam esses sintomas — não por ausência, mas por uma cultura que historicamente reprimiu essas questões. Olhar com atenção para isso é parte essencial do engajamento.
No fim das contas, o estudo revela que engajar times diversos passa por respeito, escuta ativa e ações para que cada pessoa — em qualquer fase da vida — se sinta valorizada e pertencente.
Alô, RH: para quais áreas olhar em 2026 para manter colaboradores engajados?
2026 chegou com um recado claro para a área de gestão de pessoas: engajar é muito mais do que dar bônus ou oferecer café gourmet.
As empresas precisarão encarar uma combinação complexa entre tecnologia, liderança, diversidade e cultura — tudo isso em meio a um cenário de mudança constante.
Segundo o levantamento da Gartner, os maiores desafios do ano serão transformar o trabalho na era humano-máquina, extrair valor real da inteligência artificial e revitalizar culturas que sustentem o desempenho em tempos voláteis.
Grandes empresas já estão se mexendo.
A grande lição é: não dá mais para tratar engajamento como uma ação isolada ou modismo do momento.
Engajar em 2026 significa criar ambientes sustentáveis, onde a tecnologia impulsiona — e não sufoca —, onde a cultura não é só discurso, e onde as lideranças sabem que cuidar de pessoas é cuidar da estratégia.
Se o seu negócio ainda não está olhando para essas frentes, talvez seja hora de repensar os planos antes que o mercado engaje os talentos que você queria manter por perto. 😉
Times felizes, empresas mais fortes: práticas para aplicar em 2026
Pode parecer papo de palestrante motivacional, mas os números não mentem: colaboradores infelizes custam caro. Muito caro. Segundo o estudo Engaja S/A: o desengajamento no trabalho custa mais de R$ 77 bilhões por ano às empresas brasileiras.
Esse prejuízo não é só sobre produtividade perdida — ele aparece na forma de rotatividade alta, clima pesado, retrabalho e até ideias que deixam de surgir. Para Irina Bezzan, presidente da Associação Campinas Tech, a conta chega de várias formas.
E a mais perigosa delas é invisível: a oportunidade que se perde quando um colaborador deixa de contribuir de verdade.
A boa notícia? A felicidade no trabalho finalmente está deixando de ser vista como “mimo” e ganhando status de estratégia de negócios, ESG e performance.
Criar ambientes emocionalmente seguros, com autonomia, propósito e líderes saudáveis é o que vai diferenciar quem retém talentos de quem sofre com vagas eternamente abertas.
E não precisa ter uma “Diretoria da Felicidade” como a Heineken: ações simples como políticas de pausas reais, reconhecimento e escalas mais humanas já fazem muita diferença no bem-estar das equipes.
E entre os líderes — que são responsáveis diretos por 70% da variação de engajamento de uma equipe — o sinal vermelho está aceso: os índices de esgotamento são os mais altos da hierarquia.
Não é exagero dizer que a saúde mental dos gestores se transforma na saúde emocional de toda a empresa. Se o líder está ansioso, esgotado ou sem direção, o time sente e isso mina a confiança, a criatividade e o desempenho.
Felicidade no trabalho não nasce de uma política mágica, mas sim de equilíbrio entre o que o colaborador precisa para funcionar bem e o que o negócio precisa para prosperar.
Ritmo sustentável, respeito pelos limites humanos, tempo de recuperação, segurança psicológica e, claro, reconhecimento.
Em um mercado cada vez mais competitivo por talentos, cuidar da felicidade das pessoas não é um diferencial — é uma necessidade urgente. Afinal, gente feliz entrega melhor. E gente bem cuidada, cuida do seu negócio como ninguém. 💚
Engajamento para além do discurso de começo de ano…
Quem mais vive esse ciclo todo começo de ano? 😂
Primeiro dia: metas.
Segundo dia: café e sobrevivência. ☕️
Se você também sentiu esse contraste na sua empresa, não está sozinho(a). Mas a boa notícia é que tem jeito: colaboradores motivados não surgem do nada — são cultivados todos os dias com boas práticas. 🌱
Confira as dicas da edição e comece 2026 virando esse jogo.
8 práticas que mais impactam a felicidade no trabalho
Engajamento não se compra — se constrói no dia a dia. Segundo especialistas ouvidos, empresas que investem na experiência emocional dos seus times colhem mais inovação, retenção e produtividade. Veja o que faz a diferença:
Pesquisas contínuas: mais do que pesquisas longas, use ferramentas de pulso e feedbacks rápidos para acompanhar o clima em tempo real.
Acolhimento emocional: use os dados para criar canais de escuta, programas de psicoterapia e prevenção ao burnout.
Mapear a jornada do colaborador: identifique pontos de atrito e ajuste processos que impactam negativamente a rotina.
Cuidar da liderança: líderes exaustos não criam ambientes saudáveis. É essencial apoiar a saúde mental de quem lidera.
Revisar processos internos: eliminar burocracias desnecessárias pode ser tão poderoso quanto qualquer ação de endomarketing.
Conversas com foco na pessoa: crie espaços para entender o que tem pesado ou energizado o colaborador — não só suas tarefas.
Reconhecimento específico e frequente: celebrar contribuições e dar feedbacks com contexto fortalece vínculos e autoestima.
Micro Atitudes no dia a dia: escuta ativa, alinhamento de expectativas, check-ins nas reuniões e mais transparência fazem toda a diferença.
✨ No fim das contas, toda empresa é feita de gente. E pessoas precisam ser ouvidas, respeitadas e reconhecidas — independentemente do tamanho da equipe ou da empresa.
Valorizar quem está ao seu lado todos os dias não é um luxo: é o que sustenta qualquer negócio que quer crescer de verdade ano após ano. 💚
🔔 Nos vemos na próxima edição, mas antes só um lembrete….
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