🏆 A Copa vai movimentar muito mais do que a torcida em 2026
Como futebol, consumo, memes e experiência do cliente podem fazer a diferença nos seus resultados
Falta menos de um mês para a Copa do Mundo 2026 começar e, no Brasil, isso significa muito mais do que futebol. O torneio movimenta emoções, redes sociais, hábitos de consumo e cria oportunidades gigantes para empresas de todos os tamanhos.
Nesta edição da Treeunfe Express, queremos mostrar como a Copa influencia o comportamento do consumidor brasileiro, o que pequenos negócios podem aprender com esse momento e por que a experiência do cliente se tornou um dos principais diferenciais competitivos para vender mais em 2026.
Além disso, você também confere as novidades do novo Treeunfe NFSe e as principais notícias do universo empreendedor desta semana.
⚽ Copa do Mundo 2026: como o futebol muda o consumo, as vendas e o empreendedorismo no Brasil
Falta pouco para a Copa do Mundo de 2026 começar e, no Brasil, isso significa muito mais do que futebol. A competição movimenta emoções, hábitos, redes sociais, encontros entre amigos e, claro, o consumo.
A cada edição, o torneio se transforma em um verdadeiro motor econômico para diversos setores: supermercados, bares, restaurantes, delivery, eletrônicos, vestuário e até pequenos empreendedores passam a sentir os efeitos do clima de Copa semanas antes do primeiro jogo.
Mas a Copa de 2026 também chega em um contexto diferente. O consumidor brasileiro está mais cauteloso financeiramente, mais conectado digitalmente e mais seletivo na hora de gastar. Isso muda a forma como as marcas precisam se comunicar e cria novas oportunidades para quem empreende.
Entenda como a Copa influencia o comportamento do consumidor brasileiro e o que os empreendedores podem aprender e aproveitar com esse momento.
🏟️ A Copa não movimenta só torcida. Ela movimenta o consumo
A Copa do Mundo sempre teve impacto direto na economia brasileira. Só que em 2026 esse efeito começa ainda antes do torneio. Pesquisas mostram que:
76% dos brasileiros afirmam que a Copa vai impactar seus hábitos de consumo;
71% pretendem gastar mais durante o Mundial;
51% dizem que vão aumentar os gastos com comida e bebida durante os jogos.
Isso acontece porque a Copa funciona como um “evento coletivo”. Mesmo quem normalmente consome de forma mais controlada acaba flexibilizando decisões para participar da experiência.
O brasileiro compra para assistir ao jogo, reunir amigos, decorar a casa, fazer churrasco, trocar figurinhas, acompanhar trends e participar do clima do evento. E isso cria oportunidades enormes para negócios de diferentes tamanhos.
🛒 O consumidor de 2026 está mais caseiro
Se em outras Copas bares e espaços públicos eram protagonistas, em 2026 o comportamento mudou. Segundo estudos recentes:
57% dos brasileiros pretendem assistir aos jogos em casa com amigos ou familiares;
apenas 22% planejam acompanhar as partidas em bares ou espaços públicos;
90% devem consumir os jogos em casa, impulsionando delivery e conveniência.
Isso muda completamente o tipo de consumo gerado pela Copa. O foco sai da experiência externa e vai para:
delivery;
supermercados;
snacks;
bebidas;
kits prontos;
experiências domésticas;
compras rápidas pelo celular.
Na prática, a Copa de 2026 fortalece um consumidor mais conectado, mais confortável em consumir em casa e muito mais dependente da conveniência digital.
📱 A Copa agora acontece na TV… e no celular
Outro ponto importante: a Copa deixou de ser apenas um evento televisivo. Hoje, ela também acontece:
no TikTok;
no Instagram;
nos grupos de WhatsApp;
nos memes;
nos creators;
nas trends.
Isso muda a lógica do marketing. Segundo pesquisas, 7 em cada 10 brasileiros prestam mais atenção em anúncios relacionados à Copa do Mundo.
Mas existe um detalhe importante: o público não quer mais campanhas excessivamente publicitárias, mas se sentir representado e se divertir.
Em 2026, as marcas que conseguem entrar na conversa da torcida de forma natural tendem a gerar mais resultado do que as que apenas “patrocinam” o evento. Afinal, a Copa virou uma disputa de atenção cultural.
🎯 A oportunidade não está só nas grandes empresas
Existe um erro comum quando falamos de Copa do Mundo: achar que apenas grandes marcas conseguem aproveitar esse momento.
Na prática, pequenos negócios talvez sejam os que mais conseguem transformar o clima da Copa em vendas rápidas. Porque a oportunidade está justamente nos hábitos do dia a dia:
promoções temáticas;
produtos personalizados;
ações em redes sociais;
delivery;
kits para assistir aos jogos;
experiências compartilháveis;
campanhas criativas;
atendimento rápido.
O consumidor quer participar do evento e é uma excelente oportunidade para as pequenas empresas que conseguirem entrar nisso com mais agilidade e proximidade cultural. Muitas vezes, uma campanha simples e criativa performa melhor do que ações milionárias.
🎉 O empreendedor brasileiro vende emoção
É desse jeito… muitos falam que não vão torcer, mas chega no dia, já estão preparados com sua bandeirinha do Brasil.
Por isso, é importante que o empreendedor entenda que a Copa movimenta vendas porque movimenta emoções. Durante o torneio, o consumo deixa de ser apenas racional. O consumidor compra para:
participar;
pertencer;
comemorar;
socializar;
criar memórias.
É por isso que produtos aparentemente “não essenciais” aumentam tanto a demanda nesse período. Empresas que entendem isso conseguem criar campanhas mais humanas, mais compartilháveis e mais conectadas ao momento cultural.
😂 A internet transforma tudo em conteúdo
A Copa de 2026 também reforça algo muito forte do comportamento atual: o brasileiro não vai apenas assistir. Ele vai comentar, postar e participar. Isso faz com que:
memes viralizem em segundos;
marcas entrem em trends;
produtos apareçam organicamente;
campanhas sejam remixadas pelo público.
Ou seja: a Copa virou também um grande fenômeno de conteúdo.
E isso abre espaço para empreendedores crescerem organicamente sem depender apenas de mídia paga. Às vezes, um vídeo simples, uma promoção criativa ou um meme no timing certo consegue gerar mais alcance do que uma campanha tradicional.
💸 Mas o consumidor também está mais cauteloso
Ao mesmo tempo em que a Copa estimula o consumo, o cenário econômico de 2026 faz o brasileiro gastar com mais cuidado. Pesquisas mostram que:
o endividamento ainda pressiona as famílias;
parte do público pretende consumir mais, mas evitando gastos estruturais;
conveniência e custo-benefício ganharam mais peso nas decisões de compra.
Isso significa que o empreendedor precisa equilibrar:
emoção;
praticidade;
preço;
experiência.
O consumidor quer participar da Copa, mas sem sentir que perdeu o controle financeiro.
🚀 O que empreendedores podem aprender com a Copa de 2026?
A Copa do Mundo revela muito sobre o comportamento do consumidor brasileiro, mostrando que:
as pessoas compram experiências;
conveniência importa mais do que nunca;
consumo é coletivo;
entretenimento influencia vendas;
emoção acelera decisões;
conteúdo move marcas.
A verdade é que a Copa funciona como um retrato cultural do Brasil. E para quem empreende, talvez o principal aprendizado seja esse: marcas que conseguem fazer parte dos momentos das pessoas tendem a permanecer na memória muito depois do apito final.
No fim, vender durante a Copa é também entender como as pessoas vivem, se conectam e consomem em 2026. 🚀
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🤝 Customer Experience: como vender mais na era da experiência
Em um mercado cheio de produtos e serviços parecidos, preço e qualidade continuam importantes, mas já não são os únicos fatores que fazem o cliente escolher uma empresa. Cada vez mais, a experiência vivida durante toda a jornada pesa na decisão de compra, na fidelização e até na recomendação da marca.
Quando falamos em Customer Experience, ou CX, mais do que atender bem essa estratégia, é necessário pensar também em cada etapa da relação com o cliente para gerar praticidade, confiança, personalização e conexão.
O cliente no centro de tudo
A experiência do cliente envolve responder rápido e resolver problemas pontuais, além de construir uma jornada mais simples, fluida e útil, desde o primeiro contato até o pós-venda.
Para isso, alguns pilares são fundamentais:
Personalização, usando dados e IA para entender melhor cada cliente;
Omnicanalidade, integrando canais físicos e digitais sem fricção;
Redução de esforço, facilitando processos e evitando burocracias;
Empatia, mantendo o fator humano mesmo com o avanço da tecnologia.
Quando estes pontos funcionam juntos, o cliente sente que a empresa entende suas necessidades e valoriza seu tempo.
Como o CX ajuda a vender mais
Investir em experiência é uma ação de relacionamento que funciona como pilar de uma estratégia de crescimento. Afinal, clientes satisfeitos tendem a comprar mais, permanecer por mais tempo e recomendar a empresa para outras pessoas.
Na prática, uma boa experiência pode gerar:
Aumento do ticket médio;
Mais facilidade para aplicar cross-sell e up sell;
Redução do churn;
Crescimento do LTV;
Diminuição do custo de aquisição de clientes.
Quando o cliente confia na marca, ele deixa de olhar apenas para o preço e passa a considerar segurança, facilidade, suporte e relacionamento.
O que medir para saber se a experiência está funcionando?
Para saber se a experiência do cliente realmente está gerando resultado, é preciso acompanhar indicadores. Entre os principais estão:
NPS, que mede a chance de recomendação da empresa;
CSAT, que avalia a satisfação em pontos específicos da jornada;
CES, que mostra o esforço necessário para o cliente resolver algo;
LTV, Churn e retenção, que conectam experiência com resultado financeiro.
Essas métricas ajudam a identificar gargalos, melhorar processos e provar que CX impacta diretamente as vendas.
Como aplicar CX na empresa
Construir uma boa experiência exige cultura, processo e tecnologia. O primeiro passo é mapear a jornada do cliente para entender onde estão os momentos decisivos e os pontos de fricção.
Depois, é importante envolver todas as áreas da empresa: atendimento, financeiro, comercial, marketing, produto e gestão fiscal impactam a percepção do cliente de alguma forma.
Também vale usar CRM, automações e canais de feedback para centralizar informações, entender padrões e transformar a voz do cliente em melhoria contínua.
CX não é custo, é estratégia
Nos dias atuais, o Customer Experience passou a ser uma necessidade para empresas que querem crescer com consistência.
Quem entende o cliente, reduz burocracias e oferece uma experiência mais simples e confiável, consegue vender mais, fidelizar melhor e construir relacionamentos duradouros.
👉 Quer aprender como usar a experiência do cliente para vender mais? Confira o conteúdo completo no blog da Treeunfe.
📰 Fique por dentro
O cenário do empreendedorismo brasileiro continua passando por mudanças importantes — e acompanhar essas movimentações faz diferença para tomar decisões mais estratégicas no dia a dia da empresa. Nesta edição, reunimos temas que envolvem crédito, organização fiscal e oportunidades para pequenos negócios.
Do novo Desenrola Brasil às obrigações do MEI em maio, passando pelo avanço do crédito para mulheres empreendedoras, os movimentos do mercado mostram que planejamento financeiro, acesso a crédito e gestão continuam sendo pilares fundamentais para crescer com mais segurança em 2026.
🔰 Novo Desenrola Brasil promete descontos de até 90% para renegociação de dívidas
O governo federal lançou uma nova fase do Desenrola Brasil, programa voltado para renegociação de dívidas de famílias, estudantes e pequenos empreendedores. A iniciativa terá duração de 90 dias e prevê descontos de até 90%, juros reduzidos e parcelamento facilitado.
Entre as novidades, está a possibilidade de usar parte do saldo do FGTS para quitar ou reduzir dívidas, além da inclusão de modalidades como cartão de crédito, cheque especial, crédito pessoal e Fies. O programa busca ajudar brasileiros a recuperar acesso ao crédito e reorganizar a vida financeira.
Para pequenos empreendedores, o movimento pode representar uma oportunidade importante para aliviar o caixa, renegociar pendências financeiras e recuperar capacidade de investimento e crescimento.
🔗 Confira mais informações do programa aqui.
👨🏻💼 MEIs precisam ficar atentos aos prazos da DASN-SIMEI e do IRPF 2026
Os microempreendedores individuais devem redobrar a atenção neste mês de maio. Além da entrega da Declaração Anual do Simples Nacional do MEI (DASN-SIMEI), muitos também precisam enviar a declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2026, dependendo do faturamento e dos rendimentos obtidos ao longo de 2025.
A DASN-SIMEI é obrigatória para todos os MEIs, mesmo para quem não teve faturamento no período. Já o IRPF deve ser entregue quando o empreendedor se enquadrar nas regras da Receita Federal, como rendimentos tributáveis acima do limite de isenção ou outras situações específicas.
O atraso ou a falta de envio das declarações pode gerar multas, pendências no CPF e até problemas no CNPJ do MEI, reforçando a importância de manter a organização fiscal e financeira em dia.
🔗 Saiba mais sobre esses prazos aqui.
👩🏽💼 Empreendedoras acessam mais de R$ 734 milhões em crédito com apoio do Fampe Mulher
Empreendedoras brasileiras já acessaram mais de R$ 734 milhões em crédito por meio do Fampe Mulher, programa de garantia de crédito voltado para pequenos negócios liderados por mulheres. A iniciativa ajuda a facilitar o acesso a financiamentos, principalmente para empresas que enfrentam dificuldades na aprovação de crédito tradicional.
O programa funciona como um aval complementar para operações financeiras, reduzindo riscos para instituições bancárias e ampliando as possibilidades de investimento, expansão e capital de giro para negócios femininos.
O avanço do crédito voltado ao empreendedorismo feminino reforça uma tendência importante do mercado brasileiro: o crescimento cada vez maior das mulheres na liderança de pequenas e médias empresas em diversos setores da economia.
🔗 Confira mais sobre a notícia aqui.
🔔 Nos vemos na próxima edição, mas antes só um lembrete….
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